quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

E depois logo vieram as comparações.

E eu consegui aproveitar os dias completamente ‘nem aí pra nada’ dos últimos tempos... Isso quer dizer, que agora, voltei a um estado ‘normal’.

Nada mudou, mas ontem sai da Internet tipo refletindo, rs (odiava quando isso acontecia). Bom, daí, tomei um banho, banho gelado. Fui deitar cedo, eram 23:15 mais ou menos. Não conseguia parar de pensar em tudo, mesmo querendo pensar em nada. Minha perna, queimada de moto haha, começou a doer/arder e eu a ficar irritada... Já passava de 24:00. Resolvi então tentar muuito dormir. Quando toca o celular (e eu AINDA na dúvida de quem seria). Ouvi felicidade, declarações e tristeza, e respondi com total indiferença à todas as três. No final, a conversa já tinha passado de 45 minutos de puro tédio, o que pelo menos estava me deixando com sono, ponto positivo.
Quando desliguei, finalmente; achei que dormiria ‘o sono dos bons’, mas não. Fiquei com uma culpa, uma imensa culpa de ter sido indiferente (logo eu que acha indiferença um martírio). E depois logo vieram as comparações. O certinho(?) pelo erradinho (?); a segurança, pela euforia momentânea; o feio pelo bonito; e todo o julgamento das pessoas independente do lado. E eu já irritada, porque passava das 2 horas da madrugada, e eu tava pensando em tudo aquilo, com sono. Mas, por outro lado, o que seria uma noite perdida de sono pra uma vida resolvida? RS. Daí pensei, que a melhor forma de ser certa, é realmente sendo certa! E tendo essa certeza, eu teria que tomar coragem pra ser sincera, com os dois lados. Falar dos meus medos com o lado que eu mais quero, e respeitando qualquer decisão. E saindo de cima de muro com o lado que mais me quer. Colocando tudo na mais pura verdade, afinal eu não queria que tivesse chegado a tanto, nem um lado, MUITO menos do outro. Eu juro! (To digitando todas essas coisas, pra que quando eu passe por esse tenso momento eu volte a ler isso e veja se realmente fiz tudo com tanta clareza e certeza como eu quero). O pior de tudo foi que pra lá de 3 horas, eu levantei pra lavar o rosto e tomar água e não sei como apareceu um papel de carta lindo por sinal, de um casal de crianças loirinhas com um gatinho sentadinhos numa graminha; e eu bem sabia de onde tinha vindo aquele papel. Aquele papel tinha vindo de uma época longe, (não longe pelo tempo do calendário, mas, longe de tudo que eu tenho vivido hoje). Eu fiquei ali, parada olhando pro papel de carta, pensando como é que ele tinha ido parar ali embaixo, em cima da mesa. E quando eu virei a folha, depois de não chegar a nenhuma conclusão de como ele havia chegado ali. Em meio a uma letra gordinha no começo (diferente), e a mesma letra de sempre no restinho, tinha aquela coisinha fofa, e clichê de sempre. Mas no finalzinho tava “ Obrigado por me ajudar sempre!” com um ponto de exclamação gordinho,pintado pra parecer sombra, e mais um pouco a baixo o nome. E quando eu li isso, o corpo que já estava cansado do dia todo, carregando um coração tãão apertadinho, pegou o telefone, olhou, olhou, e colocou na base mais uma vez, porque o máximo que aquele coração ouviria era ‘HUUM; oi? Eu tava dormindo Lorena! Que saco.” E hoje, não tem nada a ver com as declarações e sim com ‘obrigado por me ajudar sempre’. Sempre, é sempre po.
“O ritmo dos pingos ao cair no chão, só me deixa relembrar. Tomara que eu não fique a esperar em vão por ela que me faz chorar...”
Queria só agora, um abraço daqueles de despedida na esquina, na época de amizade. Ou queria colo de Vó. Ou melhor, queria estar pensando como ontem, antes de ontem...
E o que eu fiz depois de uma madrugada movimentada dessas... Eu fui dormir ora! Mentira, eu fiquei rolando lá mais um pouco, espirrei algumas vezes, mas no final de tão cansada acabei realmente pegando no sono, não o sono dos bons, mais o dos preocupados com o futuro, DE NOVO.
Hoje acordei 10:58, mesmo tendo ido dormir aquela hora. Levantei, fui tomar banho, e antes quando olhei no espelho, vi uma cara de cansaço e angustia.
ALGUÉM PODE ME SOCORRER POR HOJE, OU TÁ DIFÍCIL?

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