sexta-feira, 20 de maio de 2011

2:00

Você pode dirigir com 16, ir para a guerra com 18, beber com 21 e se aposentar aos 65. Mas, qual a idade você tem que ter antes que seu amor seja verdadeiro?
As vezes o que a gente quer não acontece. E algumas vezes o que a gente não espera acontece, temos que arriscar pra ter né, Eu só me lembro de coisas boas q aconteceram quando você fez a escolha de estar ao meu lado,Quando eu olho pra você eu estou feliz, me sinto feliz,e isso é dificil quando Você encontra milhares de pessoas, e nenhuma delas te tocam, você apareceu, e é a coisa mais importante para mim agora.

quarta-feira, 18 de maio de 2011


Eu nunca falei sobre futebol, na verdade nunca me interessei, mas atualmente tenho ouvido, lido e tentado entender como funciona toda esse avassalador, prazeroso, rejuvenescedor, companheiro e qualquer outro adjetivo que caiba pra definir como se portam os torcedores. Não entendo dos campeonatos, não entendo nem das regras básicas de um jogo.
Mas, quero só falar do quanto para mim, futebol parece ‘socorrer aqueles que mais precisam’. Existem várias formas de se olhar, tatear, sentir. Quando tudo está perdido, ainda assim, existe lá, o TIME! Como se fosse alto de devoção, algo surreal, que só quem realmente torce sente. Homem por exemplo ao conhecer uma mulher que, está interessado, é crucial saber pra qual time ela torce, vai que é um vasco X botafogo da vida né. Torcem e amam, doente ou não, triste ou feliz. Os mais fanáticos a viver dosando sua alegria ou tristeza de acordo com ganhos ou perdas do time. Tatuagem, perfis, fóruns. “Meu porto seguro sempre foi (tal time)”. E tem aquele lado de ter um time ‘odiado’ muitas vezes comum a todos,o flamengo né (?). Acho até que não é me arriscar muito dizer que o prazer de muitos torcedores de garganta é mais a perda do flamengo que o ganho do seu próprio time. Ultimamente acompanho um torcedor vascaino, não absurdamente extremo assim. Ainda não chorou quando perdeu. Mas o caso aqui, é o time né... O Vasco, por ex, estava sempre lá, imponente mesmo perdendo, lutando títulos, nunca teve meio nome, ou que eu saiba como leiga um mega escândalo, mas 10 ANOS SEM TITULO não é gás nenhum pra torcedor . Vasco nos dias de hoje: Alguns desesperados pra que o vasco assim como na história, capitão mor da frota que descobriria o caminho das índias, dessa vez ache o caminho do gol. Uns se apegam às crenças viscerais de um torcedor, superstições, desejos e sonhos. Para quem gosta de futebol é a cartilha da lógica pura e simples de como se ama um clube.O problema não está aí, obviamente. A confusão começa quando o que é paixão se soterra com litros de baldes de água fria, fazendo com que times se disputem usando a forma física. E, para ser sincero, nunca estaremos suficientemente maduros pra evitar esse tipo de coisa. E, pior, infelizmente e lamentavelmente, alguns times vão engolindo as primeiras iscas. Tais tocedores pouco sabem quem é Mandarino, Sócrates, telê Santana, Carlos Leite e como se administra hoje um time de futebol. Para maioria, falar ou ler política ou história do time não está no cardápio como um dos pratos principais. Não passa sequer perto dos seus narizes, por falta de informação? Talvez. Isto é, o alvo dos nossos desgostos e amores, os tais times de futebol, vão além daquele diazinho de gloria ou de vergonha em rede nacional. Além das zuações dos amigo e ‘inimigos’. Só pensando que são poucos os que entendem realmente tudo o que está por trás. Além de assistir os jogos, consumir camisas de todos os anos, bonequinhos. Comparar vitórias e derrotas com os seus times menos preferidos; O que acontecerá quando pararem um pouco para ler sobre? Acho que mais, mais e mais amor e orgulho ao time! E que as mulheres desses fanáticos torcedores não se desesperem a cada elogio dado ao time, e não a ela, beijo e vamos ver quem ganha hoje!

Me arrisco no 2X1 vasco! ;~~

segunda-feira, 9 de maio de 2011


O celebro parece não processar tanta informação nova. Os olhos de tão vermelhos só faltam borbulhar como um vulcão, e detalhe que nem é por dormir ás 3 da manhã e acordar as 6:20.
A vida virou de ponta cabeça, ou são só em noventa graus pra esquerda, e ela tende a fazer com que pareçam 180 graus. Muita presença de muita coisa faltando, muito buraco de caminhos pouco preenchidos. Muita vida desatando nós, e a dela só se entrelaçando mais. E é só a vontade de viver o momento e eternizar. É só a coragem de fazer novas coisas, buscando trégua com preguiça e medo de seguir. É hiperatividade que se contém com um sorriso lindo espontâneo na madrugada. “É cheiro que traz lembrança”. As mãos ásperas parecem não ter mais coordenação, escrevem por força do habito, nem se quer tocam forte o papel, como antes manchando a folha toda. O computador, tomou lugar ao caderno, ao sono, ao consciente... E por que, que ao invés de reclamar, de não sentir-se dentro do próprio corpo, ela não vai ao parque e deita sobre uma grama qualquer, até sentir a umidade? Não abraça alguém querido até se sufocar? Por que não faz nada pra melhorar tudo o que critica de forma acomodada? Ou então, vai fotografar o mundo; alias, ela sempre dizia que fotografia era uma de suas paixões. Talvez por ela ter dito “uma de suas paixões” que hoje ela não fotografa mais. Paixões, vão...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Existem muitas coisas que você olha, sente, mas mesmo tendo aquela coisa ali, na certeza, de que é de fato sólida você ás vezes parece não acreditar, é incrível, é surreal, sublime. E esse sentimento pode ser relativo: Admirar a chuva caindo, comer um chocolate, beijar na boca, dançar, fazer sexo, tentar desvendar o grande mistério da morte.(exemplifico expondo a mim mesma) Enfim, pra mim, incrível foi, e sempre será desvendar pessoas, e me fazer encantar. Tive pessoas, algumas poucas, que eu considerava ótimas naquele determinado momento, mas no fundo sabia que algumas não passavam de grandes superficiais, outros de ‘festa’, outras tão divertidas, outras pessoas que eu pude descobrir o caminho pra chegar onde eu estou hoje, pessoas que eu não vejo com tanta freqüência, mas, sei que ainda *-* , e outras que eu via com tanta freqüência que hoje eu paro e ‘oi?’. E o obvio, que pra mim é engraçado (consigo sempre tirar alguma coisa de engraçado!) é que em determinada época tudo é tão sólido, os problemas parecem sem resposta, razões parecem nunca poder mudar. Mas, tudo muda. Enfim tô escrevendo tudo isso, por um motivo importante. Pra mim, incrível hoje é poder dizer que finalmente consegui saber o que é amizade.(Eu tenho sim amigos, sei que eu tenho, alguns de anos até. E sem querer diminuir nenhum, e manter intacta cada lembrança dos meus lindos). Mas, a pessoa em questão PARECE NÃO ENTENDER o quando eu lhe devoto absoluta necessidade, e eu não digo necessidade só por ter o ritual de todo dia; acordo, tomo meu café, espero passar um tempo e telefono( ou o contrário, mas no segundo caso a ligação é um pouco mais tarde e sonolenta também ) e parece incrível nos falarmos todos os dias, comentar de tudo tooodos os dias, e pela manhã ainda ter assunto. Eu me lembro de fazer isso muito na 6ª série.Mas na 6ª era bobice, fofoquinha de escola. Bom, mas também hoje tem fofoquinha e bobice... ALORS, não digo necessidade por ela ter me acolhido nos piores momentos da minha vida, nem necessidade por ela ter me acolhido no cotidiano; bom, talvez até um pouco por ter me acolhido sim! Não minto.
Uma certa vez aí, (ontem 09-02-2011), ela disse como se fosse uma coisa absurdamente pior pra ela “...você também é assim. Não estou com você nos seus momentos mais divertidos, não sei ser assim, sei ser como eu sou, pra ajudar...” foi alguma coisa tipo isso, não to no foco da boa lembrança, alias acho que preciso de um neuro! E eu quero dizer muito diretamente pra essa boba dessa pessoa. Que eu é que me sinto mal, por fazer você sentir que não está nos mais divertidos, que só é ‘um tipo’ de amiga. Você é O TIPO! E esse texto ta sim, muito 7ª série, e eu não to com a menor vontade de amadurecer o texto. Porque, quem dera eu ter te conhecido na minha 7ª, 6ª; quem dera eu ter te conhecido do meu nascimento. Imagina o numero de historias que teríamos hoje *-* “Você é minha amiga de fé, irmã camaraaaaada” e mais uma coisa, ME OFENDEU BONITO quando pensou, e quando cogitou a possibilidade um dia (isso foi a muito tempo) de que quando minha vida ‘se acertasse’ eu me afastaria de você, por não ter mais problemas e necessidade de te ligar desesperada, ou eufórica pra te contar uma coisa. E me OFENDEU LINDO quando disse ontem “ pra ‘ela’ me ligar é porque ela ta muuuuito acabada” tipo ‘ você Lorena, se pisarem no seu pé você já me liga’. Não achei bonito isso não heein. E ainda tem aquela história do suco de limão que você fingiu ser Del vale (mas isso ficou ofuscado depois dos outros acontecimentos). Resumindo sua NOOB, não me importa taanto, as pessoas que estão comigo quando eu me divirto, quando eu danço, ou bebo bobices. O que importa mesmo é que logo depois de me divertir com quem for, de ficar com quem for, de fazer o que for, é pra você que eu ligo, é pra sua casa que eu corro pra contar tudo, nos mínimos detalhes (e a ‘oi’ agradece a minha colaboração todo mês quando chega a conta de telefone, batendo o Record de quando eu namorava). Você é especial demais, e não tem que forçar nada, não ter que querer sem miss simpatia, ou focar na riqueza. Haha (sabe que nossa relação é na minha rinite, na ignorância, na sua falta de educação quando ta com fome, na depilação, no drama do amor...)
Tem um texto, que uma, ou umas vezes eu já postei no fotolog, mas NUNCA ele me foi tão precioso(essa é a palavra: preciso) quanto agora.

"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles...
[...]noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto de vida.Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam .

E essa pessoa, PRECIOSA, é Maressa ; )minha melhor amiga, não a de anos atrás, mas a de HOJE, e amanhã também será o hoje, o hoje e o hoje.
Ta buni meu texto ou ta confuso ? (me elogiiia eiin! Ahh,me dá um abraço?)


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

“Veja a nossa vida como está. Mas eu sei que um dia a gente aprende!”.

O engraçado é que todo final de ano todo mundo fica reflexivo, pensando no que fez de bom, de ruim. Pontos positivos e negativos. Poe na balança. E se o ano foi positivo acaba se acomodando por próximo. Não é um acomodo proposital, é só circunstancial já que tudo correu bem , é natural que continue assim. Já quando teve um somatório negativo demais, a pessoa faz aquela listinha famosa de pelo menos 10 itens do que vai fazer no próximo ano, suas metas, sonhos. Tem gente, que como eu , além de metas sólidas (faculdade, emprego, dinheiro,namorado,casa nova) quer mudar personalidade de tãão ruim que foi o ano. Mas, o ridículo disso tudo é que esperar o próximo ano pra fazer tudo isso, é deixar passar uma grande oportunidade. Esperar a segunda-feira pra entrar na academia ou na dieta, esperar o final de semana pra sair com os amigos, esperar a véspera de prova pra estudar. Esperar, esperar... Talvez muita gente passe mais o tempo esperando que tentando realizar o mínimo que seja. Mas, não é pra crucificar só as pessoas que por terem tido um ano não legal, apostam alto no próximo, querendo mudar completamente. Pior são aqueles que não estão nem aí, que vivem o 31 de dezembro do ano anterior e o 1 de janeiro do ano seguinte como se fossem o 16 de maio e o 8 de julho. E é ai que eu começo a me contradizer, como mera ‘descobridora’ dos próprios sentimentos e convicções. Se eu à linhas atrás disse “que a gente não pode esperar o novo ano pra mudar, o final de semana pra sair...” Por que é então que eu acabei de menosprezar o 8 de julho e o 16 de maio, que pelo menos pra mim são datas comuns. Vai que no 16 de maio (que nesse ano de 2011, cairá numa segunda) eu consiga um estágio de emprego. E vai que no 8 de julho (sexta), eu resolva não sair de casa e fique na Internet e conheça uma pessoa legal que vai ser importante! (exemplifico expondo os outros). É cultural talvez. Nós estamos acostumados a esperar o carnaval passar pra começar o ano de verdade, nos estamos acostumados a só dar presentes nas datas comemorativas, estamos acostumados a só comprar o chocolate da páscoa na semana de páscoa, sendo que geralmente sobra um monte pra comer depois ( e mais barato até). Enfim, QUE SACO viver em cima de datas, dias da semana, acontecimentos históricos. Se hoje que é o 9 de fevereiro eu ficar socada vendo TV em casa e for realmente o que eu quero, ótimo, me sentirei realizada vendo tv. Mas, se eu to vendo TV obrigada por um enorme senso de que geralmente no 9 de fevereiro não pode acontecer nada de diferente, eu acho que não precisa de maior motivo pra sair de casa. Esse já deve ser o motivo. Vai rir com seus amigos, vai sentar em uma praça e ver as pessoas, vai fotografar, vai comer comer e comer chocolate, vai!

E depois logo vieram as comparações.

E eu consegui aproveitar os dias completamente ‘nem aí pra nada’ dos últimos tempos... Isso quer dizer, que agora, voltei a um estado ‘normal’.

Nada mudou, mas ontem sai da Internet tipo refletindo, rs (odiava quando isso acontecia). Bom, daí, tomei um banho, banho gelado. Fui deitar cedo, eram 23:15 mais ou menos. Não conseguia parar de pensar em tudo, mesmo querendo pensar em nada. Minha perna, queimada de moto haha, começou a doer/arder e eu a ficar irritada... Já passava de 24:00. Resolvi então tentar muuito dormir. Quando toca o celular (e eu AINDA na dúvida de quem seria). Ouvi felicidade, declarações e tristeza, e respondi com total indiferença à todas as três. No final, a conversa já tinha passado de 45 minutos de puro tédio, o que pelo menos estava me deixando com sono, ponto positivo.
Quando desliguei, finalmente; achei que dormiria ‘o sono dos bons’, mas não. Fiquei com uma culpa, uma imensa culpa de ter sido indiferente (logo eu que acha indiferença um martírio). E depois logo vieram as comparações. O certinho(?) pelo erradinho (?); a segurança, pela euforia momentânea; o feio pelo bonito; e todo o julgamento das pessoas independente do lado. E eu já irritada, porque passava das 2 horas da madrugada, e eu tava pensando em tudo aquilo, com sono. Mas, por outro lado, o que seria uma noite perdida de sono pra uma vida resolvida? RS. Daí pensei, que a melhor forma de ser certa, é realmente sendo certa! E tendo essa certeza, eu teria que tomar coragem pra ser sincera, com os dois lados. Falar dos meus medos com o lado que eu mais quero, e respeitando qualquer decisão. E saindo de cima de muro com o lado que mais me quer. Colocando tudo na mais pura verdade, afinal eu não queria que tivesse chegado a tanto, nem um lado, MUITO menos do outro. Eu juro! (To digitando todas essas coisas, pra que quando eu passe por esse tenso momento eu volte a ler isso e veja se realmente fiz tudo com tanta clareza e certeza como eu quero). O pior de tudo foi que pra lá de 3 horas, eu levantei pra lavar o rosto e tomar água e não sei como apareceu um papel de carta lindo por sinal, de um casal de crianças loirinhas com um gatinho sentadinhos numa graminha; e eu bem sabia de onde tinha vindo aquele papel. Aquele papel tinha vindo de uma época longe, (não longe pelo tempo do calendário, mas, longe de tudo que eu tenho vivido hoje). Eu fiquei ali, parada olhando pro papel de carta, pensando como é que ele tinha ido parar ali embaixo, em cima da mesa. E quando eu virei a folha, depois de não chegar a nenhuma conclusão de como ele havia chegado ali. Em meio a uma letra gordinha no começo (diferente), e a mesma letra de sempre no restinho, tinha aquela coisinha fofa, e clichê de sempre. Mas no finalzinho tava “ Obrigado por me ajudar sempre!” com um ponto de exclamação gordinho,pintado pra parecer sombra, e mais um pouco a baixo o nome. E quando eu li isso, o corpo que já estava cansado do dia todo, carregando um coração tãão apertadinho, pegou o telefone, olhou, olhou, e colocou na base mais uma vez, porque o máximo que aquele coração ouviria era ‘HUUM; oi? Eu tava dormindo Lorena! Que saco.” E hoje, não tem nada a ver com as declarações e sim com ‘obrigado por me ajudar sempre’. Sempre, é sempre po.
“O ritmo dos pingos ao cair no chão, só me deixa relembrar. Tomara que eu não fique a esperar em vão por ela que me faz chorar...”
Queria só agora, um abraço daqueles de despedida na esquina, na época de amizade. Ou queria colo de Vó. Ou melhor, queria estar pensando como ontem, antes de ontem...
E o que eu fiz depois de uma madrugada movimentada dessas... Eu fui dormir ora! Mentira, eu fiquei rolando lá mais um pouco, espirrei algumas vezes, mas no final de tão cansada acabei realmente pegando no sono, não o sono dos bons, mais o dos preocupados com o futuro, DE NOVO.
Hoje acordei 10:58, mesmo tendo ido dormir aquela hora. Levantei, fui tomar banho, e antes quando olhei no espelho, vi uma cara de cansaço e angustia.
ALGUÉM PODE ME SOCORRER POR HOJE, OU TÁ DIFÍCIL?